domingo, 19 de setembro de 2010

Inteligência Competitiva

Postado por Ela Hoje às 10:30
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IC ou Inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa, conforme definição de Larry Kahaner, membro da SCIP – Society of Competitive Intelligence Professionals -http://www.scip.org/-.
Em “A Estratégia do Oceano Azul”, W.Chan Kim e Renée Mauborgne comentam: “Nossas pesquisas confirmam que não existem empresas excelentes para sempre, da mesma maneira que não há setores excelentes o tempo todo. Conforme constatamos em nossa própria trajetória acidentada, todos nós, como as empresas, fazemos coisas inteligentes e coisas não tão inteligentes.
Inteligência Competitiva é um componente muito importante do conhecimento. Ao analisar -se criticamente e também seus concorrentes, a inteligência competitiva permite a  antecipação de futuras direções e tendências do mercado, ao invés de meramente reagir a elas.
No Brasil, a Inteligência competiviva nas empresas é nomeada de diferentes formas: Inteligência de Mercado, Serviços de Marketing, Pesquisa e IC, entre outros, o crescente interesse pelo tema, mostra o crescimento da importância da análise da concorrência no Brasil, pois poucas empresas ainda em nosso país contratam profissionais para se dedicarem exclusivamente  a isso.
O crescimento de uma empresa de forma segura e duradoura, passa cada vez mais pela análise do mercado de atuação, de seus concorrentes e acima de tudo de seus clientes e consumidores.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Marketing de guerrilha

Postado por Ela Hoje às 20:07
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A Marca Tiger, para promover as suas novas sapatilhas "Onitsuka" colocou nas ruas de Londres uma Vending Machine
De acordo com a Wikpédia "O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros."
No ponto de vista empresarial, traduz-se na técnica de comunicação que permite às pequenas e médias empresas fazerem ações com um impacto significativo para a conquista de terreno.
A vantagem dessa técnica de comunicação é que ela é  facilmente alastrada pelo buzz, que é algo incontrolável, de boca em boca, quem viu vai contar e aqueles que não virão também ficarão a saber.

Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem, é utilizado de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com pequenos orçamentos.
Na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha, para atingirem seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.
O marketing de guerrilha é uma das técnicas de propaganda que cada vez mais ganha destaque. Com custos mais baixos do que os da propaganda tradicional, o objetivo é mostrar sua marca gerando eventos que possam ganhar espaço nos noticiários ou atrair a atenção direta do público alvo sem pagar espaços publicitários nas mídias tradicionais como rádio, televisão, jornais e revistas.
Distribuir brindes em locais freqüentados por seu público alvo, criar pequenos eventos para divertir e surpreender os futuros consumidores é infinitamente mais barato do que 30 segundos em horário nobre. Nas novas técnicas, a criatividade, ousadia, inteligência e planejamento são mais importantes que o dinheiro.
O grande segredo do Marketing de Guerrilha é que a ação não pode parecer propaganda e deve surpreender e intrigar.
Quem não se lembra do desabamento da obra do Metrô em São Paulo e apareceram várias modelos distribuindo RED BULL para as pessoas que estavam trabalhando no resgate de vítimas; os meios de comunicação não esperam que aconteça e quando acontece já foi transmitido em rede nacional.

A propósito: você gosta dos posts do ElaHoje?  Então divulgue para seus amigos.
Não gosta? Então divulgue aos seus inimigos.
O importante é divulgar!
Dica de leitura: “Guerrilla Marketing for the New Millenium” http://www.guerrillamarketingforthenewmillennium.com/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Grandes empresas investem na blogosfera

Postado por Ela Hoje às 20:00
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As empresas brasileiras estão descobrindo uma ferramenta importante de comunicação: os blogs. Existem blogs de todos os tipos, desde os que visam a melhorar a comunicação interna aos que procuram fortalecer o relacionamento entre empresa e clientes.
Para tanto a empresa deve ter certeza de que o autor do blog é seu melhor porta-voz e orientá-lo sobre o quê e como dizer, seguindo as diretrizes de comunicação da companhia.
Vivemos um momento em que os consumidores querem interagir e dialogar com as empresas, a proposta do blog é trazer para o leitor as novidades da empresa, dicas sobre o uso de seus produtos e serviços, além de informações relevantes ao leitor.
O blog corporativo torna-se um relevante veículo de comunicação com o mercado, um canal de ouvidoria para com os stakholders  e uma eficiente ferramenta de governança corporativa. Através dele é possível repensar alguns processos, tornando-os mais eficientes e menos conflitantes com a percepção dos clientes e stakholders em geral.
O uso de blogs com a finalidade de gerenciar crises ainda é raro no Brasil. “No exterior, já vi isso acontecer algumas vezes”, observa Fábio Cipriani, autor do livro ‘Blog corporativo’. Um caso ilustrativo, relatado por Fábio em sua obra, aconteceu em 2004, nos Estados Unidos, quando alguém descobriu que era possível abrir o cadeado de bicicleta da marca americana Kryptonite com uma caneta BIC. A informação se espalhou pelos blogs e ganhou até vídeo no YouTube. A crise, deflagrada na rede, levou a principal executiva da empresa a começar a ‘blogar’ em defesa da marca. “Depois, a companhia criou um blog oficial para melhor lidar com a blogosfera”, conta Fábio.
É muito importante que as corporações estejam prontas para monitorar a internet e dialogar com blogs e comunidades como parte de uma comunicação eficiente e transparente com todos os públicos,para tanto, deve incluir o gerenciamento de crise em seu plano.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Resiliência e mundo corporativo

Postado por Ela Hoje às 19:00
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A palavra resiliência não é comum no dia-a-dia de muitas pessoas. Essa palavra foi empregada pela primeira vez em 1807 pelo cientista inglês Thomas Young.Para a física resiliência é a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido pressão.
Aplicada ao mundo das organizações, basicamente diz de uma característica do ser humano representando sua capacidade ou habilidade em lidar com pressões, imprevistos e situações difíceis, mantendo a sua forma original, sua essência, sem prejudicar sua saúde física nem seu equilíbrio emocional. Fácil?
Esse comportamento varia muito de pessoa para pessoa, quem possui essa habilidade ou comportamento possui menor risco de contrair doenças, pois desenvolve a capacidade de recuperar-se e moldar-se novamente a cada obstáculo.
A ausência desse comportamento pode trazer conseqüências sérias à saúde, dentre elas, o stress.
De acordo com o consultor organizacional Eduardo Carmello,  autor do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente resiliência é a capacidade de:

  • Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa;
  •  Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades;
  • Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas;
  • Ter firmeza de propósito e manter a integridade.
"O profissional resiliente tem três principais características: ele é antenado no mercado e detecta os sinais de oportunidades, frente a mudanças ou adversidades, sem ficar só olhando para o lado ruim da situação; ele consegue entregar o que promete; e ele é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor", afirma Carmello.

Cada vez mais a resiliência será uma qualidade a ser incorporada ao comportamento humano como condição de vida e de trabalho satisfatórios.
 

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